Lisboa melhora respostas na área dos comportamentos aditivos e dependências
A assinatura do protocolo, "alinhado" com o Plano Nacional para a Redução dos Comportamentos Aditivos e das Dependências 2030, "reflete o compromisso em integrar estratégias multidisciplinares". Com a ênfase na prevenção, tratamento, reinserção e redução de riscos, o acordo promove uma "ampla mobilização social e educativa".
Na assinatura do protocolo com o Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências, representado pelo seu presidente, João Goulão, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Carlos Moedas, destacou a importância dessas ações: "As nossas equipas estão na rua, conhecem as situações, e vão reportando o estado de dificuldade neste período pós-pandemia”.
Ajudar no campo da adição, acrescentou, “implica todos os serviços da câmara alinhados, todos os serviços que protegem e cuidam das pessoas”.
O acordo “cria as estruturas necessárias para a cidade lidar com as diferentes dimensões deste fenómeno”, reforçando “o trabalho de sensibilização e prevenção, particularmente em contexto escolar, desde o primeiro ciclo ao ensino secundário”.
Está, ainda, prevista a criação de equipas comunitárias, com técnicos da CML, juntas de freguesia, Polícia de Segurança Pública, Polícia Municipal, e entidades locais, "para atuar em territórios problemáticos de Lisboa”.