Lisboa lamenta a morte de Elisa Lisboa
Com uma extensa carreira iniciada em 1967, no Teatro Experimental de Cascais, Maria Elisa de Magalhães Lisboa foi atriz, cantora, e professora de Interpretação.
No teatro – informa a Casa do Artista, onde residia atualmente –, destaca-se a sua passagem pelo Grupo Teatro Hoje (Teatro da Graça) com diversas peças, como “O País do Dragão” (1987), “Vieux Carré” (1988) ou “Terminal Bar” (1990), entre outras.
Foi, ainda, professora de Interpretação na Escola Superior de Teatro e Cinema, e participou em filmes como “Sombras de uma Batalha” (1993), “Aparelho Voador a Baixa Altitude”, de Solveig Nordlund (2002), “Coisa Ruim”, de Tiago Guedes e Frederico Serra (2006), “Alasca”, (2009), “Luz da Manhã” (2011), “Fábrica dos Sonhos” (2011), “A Primeira Ceia” (2011), “Os Últimos Dias” (2011), “A Teia de Gelo” (2012), “Axilas”, de José Fonseca e Costa (2016).
“Tragédia da Rua das Flores” (RTP 1981), “Mistério Misterioso” (RTP 1990), “Sozinhos em Casa” (RTP 1994), “Sabor da Paixão” (Rede Globo 2002/2003), “Morangos com Açúcar” (TVI 2006), “Floribella” (SIC 2006), “Ilha dos Amores” (TVI 2007), “Podia Acabar o Mundo” (SIC 2008), “Conta-me Como Foi” (RTP 2008/2009), “Feitiço de Amor” (TVI 2008/2009), “Liberdade 21” (RTP 2009), “Flor do Mar” (TVI 2009), “Meu Amor” (TVI 2009/2010), “Cidade Despida” (RTP 2010), “Regresso a Sizalinda” (RTP 2010), “Velhos Amigos” (RTP 2012), “Doce Tentação” (TVI 2012/2013), “Mulheres” (TVI 2014), “Bem-Vindos a Beirais” (RTP 2015), “A Impostora” (TVI 2016), marcam a sua passagem pela televisão, em séries e telenovelas.
Elisa Lisboa nasceu em Lisboa a 8 de março de 1944, e morreu na sua cidade, a 8 de janeiro de 2026.