Coruchéus - Um Teatro em Cada Bairro
Destaque para a exposição Coisas do Meu Tempo da autoria de RAM (Miguel Caeiro), a decorrer entre 7 de fevereiro e 21 de março. Esta mostra antológica corresponde a 30 anos de carreira, e leva-nos numa viagem temporal desde os anos 90, quando o artista pintava murais na linha de Sintra, até aos dias de hoje, passando por diferentes fases de criação e abordagens artísticas, nas quais sobressai a ligação à natureza e o trabalho com e sob os quatro elementos: terra, água, ar e fogo.
Para mais detalhes, consulte a programação.
Documentos
Coruchéus é o sexto espaço a integrar o programa Um Teatro em Cada Bairro, da Câmara Municipal de Lisboa.
Mais informação sobre este projeto municipal: página Um Teatro em Cada Bairro
Programação
Ateliê de Teatro dos Coruchéus
Todas as segundas acontece um grupo de teatro informal para jovens dos 15 aos 18 anos, sob a orientação das atrizes Flávia Gusmão e Rita Brütt.
Chi Kung
Aulas regulares e abertas ao público, todas as terças e quintas.
Participação: necessária marcação prévia para bib.corucheus@cm-lisboa.pt
Público-alvo: maiores de 6 anos
Duração: 60 minutos
Parceiro: Biblioteca dos Coruchéus
Curso de dramaturgia feminista
Curso de escrita dramatúrgica criado por Maria Giulia Pinheiro, poeta, dramaturga, encenadora, performer e pesquisadora, atuando entre o Brasil e Portugal.
A partir de uma abordagem feminista, propõe-se a leitura de obras de mulheres artistas e o desenvolvimento de textos autorais para a cena.
Por Maria Giulia Pinheiro
Participação: necessária marcação prévia para umteatroemcadabairro.corucheus@cm-lisboa.pt
Datas e horários: 3, 10, 17 e 24 março, às 18:30
Público-alvo: maiores de 16 anos
Duração: 90 minutos
O Complexo Municipal dos Coruchéus
Venha conhecer de perto todas as valências que constituem o Complexo Municipal dos Coruchéus, abordando a sua história, e o que significa coruchéus.
Participação: necessária marcação prévia para umteatroemcadabairro.corucheus@cm-lisboa.pt
Duração: 60 minutos
Dia Mundial do Teatro
Not a Love Letter é uma pintura da vida quotidiana na sua mais vertiginosa e inevitável monotonia, que nos leva quase sempre à desistência.
A partir da obra de Fernando Pinto do Amaral.
Casa Cheia Associação Cultural