Passeios e visitas

Itinerários de Lisboa

Percursos guiados para descobrir a cidade para além do óbvio
Programação

Histórias, personagens e memórias que moldaram Lisboa ganham vida em percursos guiados, desenhados para quem deseja conhecer a cidade para além do óbvio. Da herança romana à Lisboa literária, da maçonaria aos grandes episódios históricos, cada itinerário convida a explorar lugares emblemáticos e recantos menos conhecidos, olhando o presente com novos olhos.

Estes Itinerários de Lisboa cruzam o património edificado com as vivências do quotidiano, num convite a residentes e visitantes para descobrirem a alma da capital. Cada percurso é cuidadosamente preparado e conduzido a pé por especialistas, com uma duração aproximada de 1h30 a 2h.

Participação:

  • Requer inscrição prévia para itinerarios.culturais@cm-lisboa.pt ou (+351) 218 170 742 (lugares limitados)
  • Marcações são feitas a partir do 1.º dia útil do mês que antecede o itinerário, das 10:30 às 12:30 e das 14:30 às 16:30

Preços: 

  • Bilhete simples (1 visita) - 4,35€;
  • Bilhete duplo (2 visitas ou duas pessoas) - 7,24€;
  • Voucher 10 Itinerários - 29,20€

Programação

Eventos
Datas
Passeios e visitas
A simbologia maçónica que pontua a cidade

A maçonaria é uma das ordens iniciáticas mais comentadas, respeitadas, contestadas e envoltas em polémica ao longo da história. Como contraponto à influência religiosa, afirma a primazia do homem, tendo desempenhado um papel decisivo em diversos acontecimentos marcantes na Europa. 

Este itinerário convida à redescoberta de alguns factos acessíveis aos não iniciados, bem como da simbologia maçónica que pontua a cidade — visível a todos mas nem sempre reconhecida.

Datas e horários: 3 e 19 de março, às 10:00

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A Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício

Em 1536, no reinado de D. João III, estabeleceu-se em Portugal a Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício. Neste, que funcionou até 1821, eram julgadas as heresias que ameaçavam a Igreja Católica. 

Em Lisboa, a sede do Tribunal localizava-se no Rossio, no antigo palácio dos Estaus, próximo do local onde atualmente se ergue o Teatro Nacional D. Maria II. O Rossio foi também palco de diversos autos de fé, cerimónias públicas de punição dos condenados pela Inquisição. 

Neste itinerário, percorrem-se alguns dos lugares relacionados com esta instituição, desde o Rossio até à Praça do Comércio.

Datas e horários: 

  • 3, 6, 10, 20, 24 de março e 14 de abril às 10:00;
  • 14 de março às 10:30.
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Lisboa de Camilo Castelo Branco, um dos grandes escritores portugueses

Camilo Castelo Branco, autor de uma obra prolífera, é um dos grandes escritores portugueses. A sua escrita, como a de Eça de Queiroz, é essencial para compreender o quotidiano e a sociedade do Portugal da segunda metade de 1800.

Viveu uma vida intensa e conturbada que se refletiu em muitos dos seus romances. O percurso conduz-nos pela Lisboa da sua época, cenário de livros como A Queda de um Anjo, e pelos episódios marcantes da sua biografia.

Datas e horários: 5 e 24 de março, às 10:00.

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Os vestígios da antiga Olisipo, cidade florescente do Império Romano

Descubra a fascinante Lisboa Romana através de um roteiro cultural que passa por locais emblemáticos como as ruínas do Teatro Romano e a zona religiosa, termal e industrial. 

Ao longo do trajeto, é possível conhecer a vida quotidiana, a engenharia e os rituais dos romanos que habitaram a colina junto ao Tejo. Uma viagem a pé pela Lisboa subterrânea e histórica, onde o passado emerge discretamente no coração da cidade moderna.

Datas e horários: 10 e 26 de março, às 10:00.

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Histórias que abalaram a sociedade ou mudaram o curso da história

As histórias de amor de personagens conhecidas da vida de Lisboa, ou do país, são desvendadas neste percurso que mostra locais de encontros e desencontros. Nem sempre felizes, algumas destas histórias abalaram a sociedade ou mudaram o curso da história.

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Como o crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade de Campolide

Na Idade Média, a paisagem do atual Bairro de Campolide era marcada pelos campos de cultivo, onde se destacavam as vinhas. A grande alteração chegou com a construção do Aqueduto das Águas Livres, obra monumental que pretendeu solucionar o problema do abastecimento de água na cidade e que trouxe a fixação de muitos dos trabalhadores.

O crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade deste sítio, desvendada neste percurso.

Datas e horários: 

12 de março, às 10:00 - O Bairro de Campolide I

17 de março, às 10:00 - O Bairro de Campolide II

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O atentado contra o rei D. José I, ocorrido na noite de 3 de setembro de 1758

Um dos episódios mais marcantes do século XVIII que culminou num dos processos judiciais mais célebres e brutais da história de Portugal – o processo dos Távoras. 

Mais do que uma viagem no tempo, este percurso convida a explorar as tensões políticas e sociais que moldavam uma Lisboa em reconstrução após o Terramoto de 1755. Ao seguir os vestígios deixados por esta trama de conspiração, punição e propaganda, descobrimos uma cidade profundamente marcada por intrigas, ambições e mudanças profundas.

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Os chafarizes do arquiteto húngaro Carlos Mardel

Em 1731, de forma a responder ao problema de escassez de água em Lisboa, o rei D. João V decretou a construção do Aqueduto das Águas Livres, uma obra pública e monumental que implicou a construção de chafarizes, que geraram novas praças e largos da cidade. 

Alguns destes chafarizes são da autoria do arquiteto húngaro Carlos Mardel que, radicado em Portugal, foi um dos protagonistas da reconstrução da cidade após o Terramoto de 1755.

Datas: 27 de março e 21 de abril

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Elevada a município na época romana e gerida a partir da alcáçova do Castelo pelo alcaide mouro a cidade recebeu foral no reinado de D. Afonso Henriques, em 1179. O governo municipal fazia-se no adro da Sé. 

No século XIV, a Câmara passou a reunir junto à Igreja de Santo António, até à divisão eclesiástica da cidade no século XVIII.

Entre 1717 e 1741 existiu uma segunda Câmara junto ao Hospital Real de Todos os Santos. Após o Terramoto de 1755, é projetado um novo edifício dos Paços do Concelho no local onde ainda hoje se mantém.

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Zona muito antiga com ocupação pré-histórica e romana

Os Olivais têm a sua paróquia desde o século XIV onde, e segundo a lenda, terá sido encontrada uma imagem de Nossa Senhora no interior de uma oliveira. Foi então construída uma igreja com a designação de Santa Maria dos Olivais. 

Numa primeira fase predominantemente agrícola, os Olivais cresceram no século XVI e mais tarde, o local foi escolhido pela nobreza para construírem as suas quintas de recreio.

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Homem de coragem e discrição, Salgueiro Maia terá sido o grande herói do 25 de Abril de 1974

Natural do Alentejo e com a juventude passada em Pombal, combate na guerra em África, regressando para ser colocado na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém. Mas será em Lisboa que demonstrará a sua perícia militar e coragem, como operacional que levou ao sucesso do golpe militar que pôs fim ao Estado Novo.

Datas e horários: 14, 16, 21 e 23 de abril, às 10:00

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O convento dos Barbadinhos Italianos é o ex-libris do bairro

Os monges barbudos da Ordem dos Frades Menores Capuchos da Província da Calcedónia, que aqui se instalaram no século XVII, marcaram esta zona oriental da cidade. 

O convento dos Barbadinhos Italianos, fundado por iniciativa da coroa portuguesa para acolher frades estrangeiros, é o ex-libris do bairro, adaptado a novos usos sendo hoje um reservatório da EPAL. 

O bairro é também marcado por palácios discretos, muitos deles eram antigas quintas senhoriais do século XVIII, que serviam de retiro a famílias nobres ou religiosas.

Datas e horários: 15, 16, 22, 23 e 29 de abril, às 10:00

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São Sebastião, o padroeiro das doenças

Lisboa, foi desde tempos remotos, ameaçada por surtos e epidemias de peste, devido às más condições de salubridade. Para se protegerem do mal, os crentes invocavam a proteção de São Sebastião, o padroeiro das doenças. 

Em 1590, há registo da existência de uma ermida no largo de São Sebastião da Pedreira, onde aos domingos, os fiéis acorriam para agradecer e ouvir a missa. 

A evocação desta memória é o pretexto para um percurso que revela antigos palácios e conventos.

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Alcântara, topónimo mouro que significa ponte

Partindo do chafariz das Janelas Verdes, em frente ao Museu Nacional de Arte Antiga e seguindo a Rua Presidente Arriaga chega-se à zona da Pampulha, que já existia no século XVII, junto à chamada Cova da Moura e que no século XIX, ficou conhecida por ter existido no local uma célebre fábrica de bolachas. 

Alcântara, topónimo mouro que significa ponte, era uma das zonas fabris mais importante de Lisboa, local onde outrora se desenrolou uma célebre batalha, entre os partidários de D. António Prior do Crato e o exército do rei Filipe II. Neste itinerário contam-se as histórias e fatos, percorremos as igrejas, os palácios e os locais ligados às antigas fábricas.

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Duarte José Pacheco (1900-1943) um dos mais marcantes políticos do século XX

Duarte José Pacheco (1900-1943) é considerado um dos mais marcantes políticos do século XX pela profunda transformação que conduziu no país. 

Enquanto Ministro da Instrução Pública, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Ministro das Obras Públicas planificou e concretizou obras fundamentais como bairros sociais, autoestradas ou o aeroporto de Lisboa. Este percurso mostra algumas das mais emblemáticas como o Instituto Superior Técnico, o edifício do Instituto Nacional de Estatística ou a Alameda.

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A simbologia maçónica que pontua a cidade

A maçonaria é uma das ordens iniciáticas mais comentadas, respeitadas, contestadas e envoltas em polémica ao longo da história. Como contraponto à influência religiosa, afirma a primazia do homem, tendo desempenhado um papel decisivo em diversos acontecimentos marcantes na Europa. 

Este itinerário convida à redescoberta de alguns factos acessíveis aos não iniciados, bem como da simbologia maçónica que pontua a cidade — visível a todos mas nem sempre reconhecida.

Datas e horários: 3 e 19 de março, às 10:00

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A Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício

Em 1536, no reinado de D. João III, estabeleceu-se em Portugal a Inquisição e o Tribunal do Santo Ofício. Neste, que funcionou até 1821, eram julgadas as heresias que ameaçavam a Igreja Católica. 

Em Lisboa, a sede do Tribunal localizava-se no Rossio, no antigo palácio dos Estaus, próximo do local onde atualmente se ergue o Teatro Nacional D. Maria II. O Rossio foi também palco de diversos autos de fé, cerimónias públicas de punição dos condenados pela Inquisição. 

Neste itinerário, percorrem-se alguns dos lugares relacionados com esta instituição, desde o Rossio até à Praça do Comércio.

Datas e horários: 

  • 3, 6, 10, 20, 24 de março e 14 de abril às 10:00;
  • 14 de março às 10:30.
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Lisboa de Camilo Castelo Branco, um dos grandes escritores portugueses

Camilo Castelo Branco, autor de uma obra prolífera, é um dos grandes escritores portugueses. A sua escrita, como a de Eça de Queiroz, é essencial para compreender o quotidiano e a sociedade do Portugal da segunda metade de 1800.

Viveu uma vida intensa e conturbada que se refletiu em muitos dos seus romances. O percurso conduz-nos pela Lisboa da sua época, cenário de livros como A Queda de um Anjo, e pelos episódios marcantes da sua biografia.

Datas e horários: 5 e 24 de março, às 10:00.

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Os vestígios da antiga Olisipo, cidade florescente do Império Romano

Descubra a fascinante Lisboa Romana através de um roteiro cultural que passa por locais emblemáticos como as ruínas do Teatro Romano e a zona religiosa, termal e industrial. 

Ao longo do trajeto, é possível conhecer a vida quotidiana, a engenharia e os rituais dos romanos que habitaram a colina junto ao Tejo. Uma viagem a pé pela Lisboa subterrânea e histórica, onde o passado emerge discretamente no coração da cidade moderna.

Datas e horários: 10 e 26 de março, às 10:00.

Passeios e visitas
Histórias que abalaram a sociedade ou mudaram o curso da história

As histórias de amor de personagens conhecidas da vida de Lisboa, ou do país, são desvendadas neste percurso que mostra locais de encontros e desencontros. Nem sempre felizes, algumas destas histórias abalaram a sociedade ou mudaram o curso da história.

Passeios e visitas
Como o crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade de Campolide

Na Idade Média, a paisagem do atual Bairro de Campolide era marcada pelos campos de cultivo, onde se destacavam as vinhas. A grande alteração chegou com a construção do Aqueduto das Águas Livres, obra monumental que pretendeu solucionar o problema do abastecimento de água na cidade e que trouxe a fixação de muitos dos trabalhadores.

O crescimento da população e o desenvolvimento urbano dos séculos XIX e XX moldaram a identidade deste sítio, desvendada neste percurso.

Datas e horários: 

12 de março, às 10:00 - O Bairro de Campolide I

17 de março, às 10:00 - O Bairro de Campolide II

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O atentado contra o rei D. José I, ocorrido na noite de 3 de setembro de 1758

Um dos episódios mais marcantes do século XVIII que culminou num dos processos judiciais mais célebres e brutais da história de Portugal – o processo dos Távoras. 

Mais do que uma viagem no tempo, este percurso convida a explorar as tensões políticas e sociais que moldavam uma Lisboa em reconstrução após o Terramoto de 1755. Ao seguir os vestígios deixados por esta trama de conspiração, punição e propaganda, descobrimos uma cidade profundamente marcada por intrigas, ambições e mudanças profundas.

Passeios e visitas
Os chafarizes do arquiteto húngaro Carlos Mardel

Em 1731, de forma a responder ao problema de escassez de água em Lisboa, o rei D. João V decretou a construção do Aqueduto das Águas Livres, uma obra pública e monumental que implicou a construção de chafarizes, que geraram novas praças e largos da cidade. 

Alguns destes chafarizes são da autoria do arquiteto húngaro Carlos Mardel que, radicado em Portugal, foi um dos protagonistas da reconstrução da cidade após o Terramoto de 1755.

Datas: 27 de março e 21 de abril

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Elevada a município na época romana e gerida a partir da alcáçova do Castelo pelo alcaide mouro a cidade recebeu foral no reinado de D. Afonso Henriques, em 1179. O governo municipal fazia-se no adro da Sé. 

No século XIV, a Câmara passou a reunir junto à Igreja de Santo António, até à divisão eclesiástica da cidade no século XVIII.

Entre 1717 e 1741 existiu uma segunda Câmara junto ao Hospital Real de Todos os Santos. Após o Terramoto de 1755, é projetado um novo edifício dos Paços do Concelho no local onde ainda hoje se mantém.

Passeios e visitas
Zona muito antiga com ocupação pré-histórica e romana

Os Olivais têm a sua paróquia desde o século XIV onde, e segundo a lenda, terá sido encontrada uma imagem de Nossa Senhora no interior de uma oliveira. Foi então construída uma igreja com a designação de Santa Maria dos Olivais. 

Numa primeira fase predominantemente agrícola, os Olivais cresceram no século XVI e mais tarde, o local foi escolhido pela nobreza para construírem as suas quintas de recreio.

Passeios e visitas
Homem de coragem e discrição, Salgueiro Maia terá sido o grande herói do 25 de Abril de 1974

Natural do Alentejo e com a juventude passada em Pombal, combate na guerra em África, regressando para ser colocado na Escola Prática de Cavalaria, em Santarém. Mas será em Lisboa que demonstrará a sua perícia militar e coragem, como operacional que levou ao sucesso do golpe militar que pôs fim ao Estado Novo.

Datas e horários: 14, 16, 21 e 23 de abril, às 10:00

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O convento dos Barbadinhos Italianos é o ex-libris do bairro

Os monges barbudos da Ordem dos Frades Menores Capuchos da Província da Calcedónia, que aqui se instalaram no século XVII, marcaram esta zona oriental da cidade. 

O convento dos Barbadinhos Italianos, fundado por iniciativa da coroa portuguesa para acolher frades estrangeiros, é o ex-libris do bairro, adaptado a novos usos sendo hoje um reservatório da EPAL. 

O bairro é também marcado por palácios discretos, muitos deles eram antigas quintas senhoriais do século XVIII, que serviam de retiro a famílias nobres ou religiosas.

Datas e horários: 15, 16, 22, 23 e 29 de abril, às 10:00

Passeios e visitas
São Sebastião, o padroeiro das doenças

Lisboa, foi desde tempos remotos, ameaçada por surtos e epidemias de peste, devido às más condições de salubridade. Para se protegerem do mal, os crentes invocavam a proteção de São Sebastião, o padroeiro das doenças. 

Em 1590, há registo da existência de uma ermida no largo de São Sebastião da Pedreira, onde aos domingos, os fiéis acorriam para agradecer e ouvir a missa. 

A evocação desta memória é o pretexto para um percurso que revela antigos palácios e conventos.

Passeios e visitas
Alcântara, topónimo mouro que significa ponte

Partindo do chafariz das Janelas Verdes, em frente ao Museu Nacional de Arte Antiga e seguindo a Rua Presidente Arriaga chega-se à zona da Pampulha, que já existia no século XVII, junto à chamada Cova da Moura e que no século XIX, ficou conhecida por ter existido no local uma célebre fábrica de bolachas. 

Alcântara, topónimo mouro que significa ponte, era uma das zonas fabris mais importante de Lisboa, local onde outrora se desenrolou uma célebre batalha, entre os partidários de D. António Prior do Crato e o exército do rei Filipe II. Neste itinerário contam-se as histórias e fatos, percorremos as igrejas, os palácios e os locais ligados às antigas fábricas.

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Duarte José Pacheco (1900-1943) um dos mais marcantes políticos do século XX

Duarte José Pacheco (1900-1943) é considerado um dos mais marcantes políticos do século XX pela profunda transformação que conduziu no país. 

Enquanto Ministro da Instrução Pública, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Ministro das Obras Públicas planificou e concretizou obras fundamentais como bairros sociais, autoestradas ou o aeroporto de Lisboa. Este percurso mostra algumas das mais emblemáticas como o Instituto Superior Técnico, o edifício do Instituto Nacional de Estatística ou a Alameda.