Património Cemiterial
Os cemitérios são espaços ricos em memória, história e arte, onde o património cultural se revela em cada jazigo, escultura e elemento arquitetónico. A programação que disponibilizamos convida a explorar estes lugares de culto sob diferentes perspetivas, valorizando a sua importância histórica, social e artística.
Venha conhecer a herança cultural que estes espaços preservam e vivencie experiências únicas que ligam passado e presente.
Programação
Flores de Pedra
Através de fotografias, desenhos, peças funerárias e painéis informativos, revela-se o significado simbólico de mais de quarenta espécies vegetais, identificadas a partir das suas representações escultóricas nos monumentos fúnebres.
Local: Galeria da Capela do Cemitério dos Prazeres
Horário:
Todos os dias, das 09:00 às 16:00
Fecho para almoço: 12:00 às 13:00
Visitas Guiadas Gratuitas:
- Disponíveis para comunidade escolar e público geral
- Requerem inscrição prévia através do e-mail cemiterios.visitas@cm-lisboa.pt
Acessibilidade e Cuidados:
- Galeria não acessível a cadeiras de rodas
- Exposição sem informação em braille
Mais informação: sobre o Cemitério dos Prazeres
Jazigo dos Duques de Palmela
Concluído em 1849, foi concebido pelo arquiteto-cenógrafo José Cinatti e Aquiles Rambois, para inumar os falecidos da família Palmela. Obra ímpar na arquitetura funerária em Portugal, com capacidade para 200 corpos, tem no seu interior obras escultóricas de enorme valor artístico por Canova, Calmels ou Teixeira Lopes.
Nesta visita conta-se a história da construção do jazigo e da família.
Dinamização: Licínio Fidalgo
Ponto de encontro: entrada do cemitério
Público-alvo: geral
Participantes: máximo de 30
Figuras Forenses – parte 1
Percurso subordinado ao tema da criminologia, ciência forense e da medicina legal.
Referência a figuras portuguesas relevantes neste campo durante o século XIX e primeiro quartel do século XX, como Rodolfo Xavier da Silva ou o Juiz Francisco Maria da Veiga. Destaque para alguns dos crimes e investigações que mais impacto tiveram na sociedade portuguesa da época como a censura da imprensa no Crime das Escadinhas da Mãe D’Água ou a metodologia inovadora empregue para identificar a vítima do Crime da Serra de Monsanto. Homenagem a Maria Alves (1897-1926) nos 100 anos da sua morte.
Dinamização: Gisela Monteiro
Ponto de encontro: entrada do cemitério
Público-alvo: geral
Participantes: máximo de 30