Lisboetas reforçam voz na governação local
Lisboa tem vindo a consolidar mecanismos de participação, que permitem aos lisboetas contribuírem com as suas ideias para os projetos da cidade nas áreas da Habitação, Educação, Economia de Proximidade e Direitos Sociais.
Um dos projetos dinamizados: o Conselho de Cidadãos, afirma-se como um espaço de debate e co-construção de políticas públicas, aproximando os cidadãos das decisões do executivo municipal. Mais de 5 000 inscritos, e uma taxa de satisfação de 90%, refletem o interesse e a confiança da população nestes processos.
Paralelamente, através do Orçamento Participativo, o município incentiva o diálogo com os cidadãos e a sociedade civil organizada, “na procura das melhores soluções para os problemas”. A ferramenta, “envolve e aumenta a participação (…) através do financiamento de ideias dos cidadãos geradas e debatidas pela população”. O município de Lisboa foi a primeira capital europeia a implementar o Orçamento Participativo em 2008.
Para assinalar o Dia Nacional da Participação, a CML realizou esta quinta-feira, 29 de janeiro, atividades de sensibilização junto de trabalhadores e jovens de escolas secundárias, com estações temáticas sobre estas iniciativas e sessões interativas que reforçam a importância da cidadania ativa e da participação na vida da cidade.