Destaque para as visitas orientadas O santo mais querido de Lisboa uma visita para melhor conhecer um dos santos mais populares do mundo e a cidade que o viu nascer.
Para mais detalhes, consulte a programação.
Localizado na zona histórica, junto à Igreja de Santo António, próximo da Sé, o Museu de Lisboa - Santo António dá a conhecer a figura do santo padroeiro de Lisboa, destacando a sua relação com a cidade, onde nasceu e viveu até aos 20 anos.
Programação
O ano em livro. O Almanaque de Santo António
O Museu de Lisboa - Santo António apresenta a exposição temporária que percorre a história de um almanaque publicado de forma ininterrupta desde 1899 até aos dias de hoje.
Ao longo dos anos, este singular formato editorial reuniu devoção, cultura popular, saberes científicos e literatura, tornando-se um verdadeiro reflexo da vida quotidiana e dos costumes em Portugal. Os visitantes poderão explorar a diversidade de conteúdos que marcam cada edição: calendários, festas, conselhos agrícolas, provérbios, charadas, crónicas, poesia e iconografia.
A exposição revela como estes livros acompanham gerações, revelando a relação entre religião, sociedade e cultura.
Além do valor histórico, a exposição evidencia a importância editorial e do design gráfico do Almanaque de Santo António, uma publicação que atravessa 128 anos e três séculos, ajudando a organizar o ciclo anual do dia a dia de gerações.
Comissariada por Ernesto Rodrigues.
Inauguração dia 12 de março, entre as 18:30 e as 19:30.
Horário: terça a domingo, das 10:00 às 18:00
Participação: entrada livre, sujeita à lotação do espaço
As coletividades e as marchas
O Museu de Lisboa - Santo António volta a promover o ciclo de conversas “As Coletividades e as Marchas”, mantendo esta tradição viva em honra de Santo António.
A adesão dos lisboetas e, em particular, dos marchantes e das coletividades ligadas às Marchas de Lisboa, que participaram nas conversas realizadas em 2025, mostraram a imensa curiosidade em torno deste evento identitário e cultural da cidade e o muito que se passa nos bastidores, muito para além do que se pode ver no desfile na Avenida da Liberdade na noite de 12 para 13 de junho.
O concurso das Marchas Populares foi criado por Leitão de Barros em 1932, provavelmente a partir das conhecidas Marche aux Flambeaux ou Marchas ao Flambó, de origem francesa, que animavam as festas de Santo António no século XIX. No primeiro ano em que foi realizado, teve tanto sucesso que obrigou a uma nova edição na véspera de São Pedro. Nos anos seguintes, as Marchas Populares voltaram à rua, embora com alguma inconstância, e só a partir de finais dos anos 80 se afirmam como uma verdadeira manifestação cultural e como um dos pontos altos das festas de Santo António em Lisboa.
Datas e Horários:
- 16 de abril - Construir uma marcha;
- 7 de maio - As marchas são cultura ou turismo?;
- 21 de maio - A escrita nas marchas.
Mais informação: página do evento
Construir uma marcha
Como olhamos hoje para as Marchas Populares?
Que lugar ocupam na identidade cultural de Lisboa e que futuro lhes queremos dar?
De que modo podemos mobilizar ainda mais a cidade e reforçar o envolvimento dos lisboetas?
Nesta primeira conversa do ano, propõe-se uma reflexão sobre as Marchas Populares enquanto manifestação cultural emblemática de Lisboa, analisando o seu impacto social, simbólico e urbano na vida da cidade.
Participação: entrada livre, sujeita à lotação do espaço
Duração: 90 minutos
Mais informação: página do evento
Foi castigo?
Este percurso, desenhado à volta do Museu Lisboa - Santo António, leva-nos a revisitar e redescobrir algumas igrejas afetadas pelo Terramoto de 1 de novembro de 1755. Algumas foram reabilitadas e hoje estão à disposição de todos, outras desapareceram definitivamente! Terá sido castigo?
Duração: 90 minutos
Público-alvo: maiores de 12 anos
Mais informação: página do evento
Lisboa vai na Marcha Bairro Alto
Viajaremos por algumas coletividades e iremos conhecer os bairros da Bica e do Bairro Alto. Percurso em que o Museu de Lisboa mostra a preparação das festas de Santo António.
Vamos dar destaque às Marchas Populares de Lisboa, à sua importância para os bairros da cidade, assim como ao trabalho que se desenvolve ao longo de muitos meses que antecedem a Festa.
Público-alvo: maiores de 12 anos
Duração: 120 minutos
Mais informação: página do evento
Músicas para harpa
Na Feira de Santo António de Lisboa, a Academia Musical dos Amigos das Crianças (AMAC) vai apresentar um ensemble de harpas conduzido pela professora e harpista Salomé Pais Matos, que vai explorar sonoridades relacionadas com Lisboa, com os fados e as marchas, não deixando de fora o repertório tradicional da harpa.
A Fundação Musical dos Amigos das Crianças (FMAC), hoje designada por Academia Musical dos Amigos das Crianças, foi criada por Adriana de Vecchi em 1953, com o apoio de diversas personalidades, das quais se destacam o seu marido, Fernando Costa, professor e violoncelista, Sofia Abecassis e Ricardo Espírito Santo.
Desde a sua fundação, a AMAC tem como missão promover um ensino musical inclusivo e de excelência, formando alunos de todas as idades com base humanista. Através da música, desenvolve competências essenciais: espírito crítico, sensibilidade e respeito pela diversidade, incentivando a responsabilidade, a criatividade e a integração na comunidade.
Datas e horários:
- 16 de maio às 15:30;
- 17 de maio às 16:00.
Público-alvo: todas as idades
Duração: 60 minutos
Local: Largo de Santo António
Mais informação: página do evento
Feira de Santo António
Esta feira é dedicada à venda de artigos relacionados com Santo António para que os lisboetas possam organizar os festejos que se avizinham.
As celebrações de Santo António são um testemunho da identidade cultural lisboeta, e a feira desempenha um papel fundamental ao fornecer o necessário para que esta tradição continue a prosperar.
Mais informação: página do evento
Visita orientada ao Museu de Lisboa - Santo António
Visita orientada na zona histórica, junto à Igreja de Santo António, próximo da Sé, o Museu de Lisboa - Santo António.
Destaque para relação de Santo António com Lisboa, cidade onde nasceu e viveu até aos 20 anos.
Participação: gratuita, mediante marcação para reservas@museudelisboa.pt
Público-alvo: maiores de 10 anos
Duração: 75 minutos
Mais informação: página do evento
Scriptorium
Nesta oficina, inspirada na arte da iluminura dos monges copistas medievais, vamos ficar a saber o que é um scriptorium.
Temos de recuar até à Idade Média para chegarmos à origem deste enigma. Relacionado com a arte de fazer livros nesse tempo, aprende-se o que era e como era utilizado pelos monges copistas.
Com a ajuda de alguns materiais e instrumentos, fala-se sobre a realização dos primeiros livros, comparando-os com os de hoje. Seriam muito diferentes?
Participação: gratuita, mediante marcação para reservas@museudelisboa.pt
Público-alvo: todas as idades
Duração: 60 minutos
Mais informação: página do evento
Fados para Santo António
O Museu de Lisboa - Santo António lançou o convite a duas fadistas para cantarem ao desafio, trazendo o fado para a Feira de Santo António de Lisboa, mas em versão desgarrada.
Nome das artistas a anunciar em breve.
Público-alvo: todas as idades
Duração: 60 minutos
Local: Largo de Santo António
Mais informação: página do evento
Visita à Igreja de Santo António
No local onde, segundo a tradição, se situava a casa da família de Bulhões, terá surgido uma primeira ermida ou um simples nicho devocional, possivelmente erguido pouco depois da rápida canonização do Santo de Lisboa.
Contudo, as primeiras referências documentais a esta capela datam apenas do início do século XV. Sabe-se também que, desde 1326, na chamada Casa de Santo António funcionava o Senado de Lisboa, situação que se manteve até 1753.
Enquanto no largo decorre a feira de Santo António, convidam-se os visitantes a descobrir melhor este “novo” templo, edificado após o terramoto.
Participação: gratuita, mediante marcação para reservas@museudelisboa.pt
Público-alvo: maiores de 10 anos
Duração: 75 minutos
Mais informação: página do evento
O meu primeiro almanaque
Nesta oficina, as famílias são convidadas a descobrir como, ao longo dos séculos, o tempo foi organizado, celebrado e registado através dos almanaques – publicações que combinavam saberes populares, tradições religiosas e conhecimentos práticos do quotidiano.
A partir do universo de Santo António, figura central da cultura lisboeta e profundamente ligada ao calendário festivo da cidade, propõe-se uma exploração dos ritmos do ano, das festas, dos provérbios e das práticas associadas aos dias e às estações.
Depois de uma breve visita orientada ao museu, cada família será desafiada a criar o seu próprio almanaque, combinando ilustração, escrita e memória: um objeto único onde cabem datas importantes, tradições familiares, receitas, jogos ou pequenas histórias. Uma atividade que cruza património, criatividade e partilha intergeracional, incentivando a construção de novas narrativas a partir do passado.
Participação: gratuita, mediante marcação para reservas@museudelisboa.pt
Público-alvo: maiores de 6 anos
Duração: 60 minutos
Mais informação: página do evento
Concerto de Luiz Caracol
Luiz Caracol é um músico, cantor e autor que tem uma identidade muito própria, fruto das influências de uma Lisboa multicultural, onde vive, e da ligação que sempre teve com algumas das culturas dos principais países de língua portuguesa. No seu trabalho podem encontrar-se temperos e texturas de muitas dessas latitudes, o que faz com que seja um dos artistas que melhor representa a música lusófona atual.
Em 2013 editou o seu primeiro álbum, Devagar, no qual contou com convidados e parcerias autorais como Sara Tavares, Fernanda Abreu, Jorge Drexler, Fernando Pessoa e Mia Couto. Em 2017 editou o seu segundo trabalho, Metade e meia, voltando a contar com colaborações especiais e parcerias autorais com Aline Frazão, Zeca Baleiro, Edu Mundo e Paulo Flores.
Em 2021 lançou o EP só.tão, para o qual gravou todos os instrumentos, revelando todo o seu lado multi-instrumentista. O seu mais recente trabalho, Ao vivo no Namouche, lançado no início de 2024, foi gravado e filmado num dos mais míticos e carismáticos estúdios lisboetas.
Nos últimos anos, Luiz Caracol tem levado a sua música a diversos palcos em Portugal, mas também a outros palcos além-fronteiras, sempre com um forte reconhecimento.
Público-alvo: todas as idades
Duração: 60 minutos
Local: Largo de Santo António
Mais informação: página do evento
Lisboa vai na Marcha Alfama
Neste percurso o Museu de Lisboa mostra a preparação das festas de Santo António, dando destaque às Marchas Populares de Lisboa, à sua importância para os bairros da cidade, assim como ao trabalho que se desenvolve, ao longo dos meses que antecedem as festas nas muitas coletividades, em particular no bairro de Alfama.
Público-alvo: maiores de 12 anos
Duração: 120 minutos
Parceiro: Junta de Freguesia de Santa Maria Maior
Mais informações: página do evento
Há festa em Lisboa
Em Lisboa, junho é sinónimo de festa, cor e tradição — é o mês em que celebramos Santo António. Mas será que é preciso esperar pelo verão para festejar?
Nesta oficina, depois de mergulhar nas tradições populares e nas histórias que fazem de Santo António um dos santos mais queridos da cidade, cada participante é convidado a criar o seu próprio símbolo festivo: um arco enfeitado, um trono, um manjerico ou até uma quadra bem rimada! Porque em Lisboa… há festa o ano inteiro! Basta imaginação!
Participação: gratuito mediante inscrição reservas@museudelisboa.pt
Público-alvo: maiores de 8 anos
Duração: 90 minutos
Mais informação: página do evento
O ano em livro. O Almanaque de Santo António
As coletividades e as marchas
Construir uma marcha
Foi castigo?
Lisboa vai na Marcha Bairro Alto
Músicas para harpa
Feira de Santo António
Visita orientada ao Museu de Lisboa - Santo António
Scriptorium
Fados para Santo António
Visita à Igreja de Santo António
O meu primeiro almanaque
Concerto de Luiz Caracol
Lisboa vai na Marcha Alfama
Há festa em Lisboa