Em janeiro destaque para a visita orientada O Teatro Romano em língua gestual portuguesa. Entre esculturas, cerâmicas e elementos arquitetónicos, esta visita revela o impacto deste monumento na evolução urbanística da cidade e convida a desfrutar de uma vista privilegiada sobre o rio Tejo.
Para mais detalhes, consulte a programação.
Este núcleo revela um dos mais importantes monumentos da antiga cidade romana de Felicitas Iulia Olisipo: o seu teatro, do século I d.C. Para além do campo arqueológico compreende uma área de exposição de longa duração instalada em dois edifícios de distintas épocas, que acolhe simultaneamente exposições temporárias, e apresenta uma programação mensal.
Programação
Rituais de Luz: o brilho de Nossa Senhora das Candeias
A luz acompanha-nos desde sempre, mesmo quando a não sabíamos fazer, conservar ou aproveitar. A história do homem, a nossa história, faz-se de luz e da sua ausência e tudo o que fazemos se adequa a esta premissa.
Esta pequena mostra aborda a evolução dos objetos usados para iluminar a nossa vida, desde as lucernas de época romana e do séc. VIII às candeias medievais, culminando na lâmpada elétrica e nas fitas de leds.
Através de um conjunto de peças acompanhamos as transformações técnicas, estéticas e simbólicas destes objetos, refletindo mudanças nos modos de vida, nos materiais utilizados e na relação das sociedades com a luz.
Inauguração: 3 de fevereiro, às 18:00. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.
Horário: terça a domingo, das 10:00 às 18:00
Mais informação: página do evento
Arqueologia das coisas
O arqueólogo escava lugares ou papéis, camada após camada, folha após folha.
Por onde começa? Que ferramentas utiliza? A partir de um pequeno caco, o que podemos descobrir?
Exploramos conceitos de arqueologia e do trabalho do arqueólogo. Descobrimos a variedade e riqueza das histórias que os testemunhos do passado nos transmitem, como objetos do seu tempo, e os vários mundos que encerram. Convidamos os visitantes a serem arqueológos por umas horas, explorando conceitos de arqueologia e do trabalho do arqueólogo.
Público-alvo: maiores de 6 anos
Duração: 75 minutos
Mais informação: página do evento
Sessão de desenho
O desenho pode ser um veículo de emancipação, de pertença e de sensibilização.
O Lisbon Drawing Club é uma comunidade de amantes do desenho de modelo vivo que se encontram regularmente para desenhar e conviver. Com base nos princípios de Comunidade, Inclusão, Prática e Diversão, organizam desde maio de 2021 encontros semanais em diferentes locais culturais/sociais de Lisboa. Interessam-se por trabalhar com uma diversidade de modelos que espelhem a riqueza do nosso património social e estimulem uma prática de empatia, trabalhando com uma pluralidade de corpos, gestos e identidades representados por modelos profissionais, artistas, grupos folclóricos, migrantes, pessoas LGBTQI+, séniores, habitantes de diferentes bairros e outros. Organizam mensalmente aulas de desenho (Masterclasses) com artistas convidados.
Coletivo atualmente composto por: Lígia Fernandes (PT), Nicole Sánchez (PT), Marianne Maina (FR), Susanne Malorny (DE), Rita Dias (PT), Joana Leal (PT), Simone Lackner (AT), Greg Hannan (UK), Daniela Viçoso (PT), Rita Bourbon (PT
Participação: entrada gratuita mediante inscrição
Público-alvo: maiores de 16 anos
Duração: 120 minutos
Mais informação: página do evento
Canos, canais, caleiras, condutas e canalizações: águas limpas e sujas na história de Lisboa
O Dia Mundial da Canalização pretende sublinhar os desafios no acesso a saneamento e água limpa.
Os sistemas de canalização de água e de escoamento de resíduos líquidos são estruturas muito abundantes no registo arqueológico, nomeadamente, em espaço urbano. Como normalmente são construídas no subsolo – infraestruturas – e o seu funcionamento propicia colmatações estratigraficamente informativas, são uma fonte de dados arqueológicos com extraordinário potencial.
Nesta palestra ensaiar-se-á uma abordagem transversal a este tipo de estruturas ao longo da história da cidade.
Por Jacinta Bugalhão, arqueóloga, investigadora da UNIARQ
Participação: entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço
Público-alvo: maiores de 18 anos
Duração: 60 minutos
Mais informação: página do evento
A cidade romana
Nesta visita observam-se testemunhos materiais e desvendamos modos de vida, para terminar junto ao rio, área onde se acumulavam verdadeiras fábricas de preparados de peixe e armazéns de ânforas.
O encontro dá-se no Teatro Romano, palco de comédias e tragédias realizadas nos dias festivos, para em seguida descer a colina.
Público-alvo: maiores de 12 anos
Duração: 90 minutos
Mais informação: página do evento
Teresina
Teresina é um projeto de música que celebra o património popular do Sul de Itália, do duo Teresa Corrado e Salvatore Cortone. Pizzica, tarantella e tammurriata encontram-se com músicas originais e memórias ancestrais, numa fusão entre tradição e contemporaneidade.
O duo entrelaça raízes mediterrânicas com novas sonoridades, num diálogo entre passado e presente, festa e ritual, e, dá vida à energia vulcânica do Sul de Itália: rituais pagãos, transe e liberdade que atravessam séculos e permanecem nos cantos e nas histórias de um mundo rural que lentamente desaparece.
Durante o concerto, cada música é um convite: um pouco de história, um pouco de festa, um relato vivo das festas populares, das tradições rurais e das energias ancestrais que ainda vibram na música e nos corações de quem escuta. O público não assiste apenas a um concerto, mas a uma viagem através de ritmos, melodias e gestos que falam de um povo e da sua terra.
Voz, concertina, percussões, lira calabrese: Teresa Corrado
Guitarra e harmónica: Salvatore Cortone
Participação: entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço
Público-alvo: maiores de 6 anos
Duração: 120 minutos
Mais informação: página do evento
Rituais de Luz: o brilho de Nossa Senhora das Candeias
Arqueologia das coisas
Sessão de desenho
Canos, canais, caleiras, condutas e canalizações: águas limpas e sujas na história de Lisboa
A cidade romana
Teresina