Em fevereiro destaque para a exposição Rituais de Luz sobre a evolução dos objetos usados para iluminar a nossa vida, desde as lucernas de época romana e do séc. VII a.C às candeias medievais, culminando na lâmpada elétrica e nas fitas de leds.
Para mais detalhes, consulte a programação.
Este núcleo revela um dos mais importantes monumentos da antiga cidade romana de Felicitas Iulia Olisipo: o seu teatro, do século I d.C. Para além do campo arqueológico compreende uma área de exposição de longa duração instalada em dois edifícios de distintas épocas, que acolhe simultaneamente exposições temporárias, e apresenta uma programação mensal.
Programação
Rituais de Luz: o brilho de Nossa Senhora das Candeias
A luz acompanha-nos desde sempre, mesmo quando a não sabíamos fazer, conservar ou aproveitar. A história do homem, a nossa história, faz-se de luz e da sua ausência e tudo o que fazemos se adequa a esta premissa.
Esta pequena mostra aborda a evolução dos objetos usados para iluminar a nossa vida, desde as lucernas de época romana e do séc. VIII às candeias medievais, culminando na lâmpada elétrica e nas fitas de leds.
Através de um conjunto de peças acompanhamos as transformações técnicas, estéticas e simbólicas destes objetos, refletindo mudanças nos modos de vida, nos materiais utilizados e na relação das sociedades com a luz.
Inauguração: 3 de fevereiro, às 18:00. Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.
Horário: terça a domingo, das 10:00 às 18:00
Mais informação: página do evento
Rituais de Luz
A luz acompanha-nos desde sempre, mesmo quando a não sabíamos fazer, conservar ou aproveitar. A história do homem, a nossa história, faz-se de luz e da sua ausência e tudo o que fazemos se adequa a esta premissa.
Esta pequena mostra aborda a evolução dos objetos usados para iluminar a nossa vida, desde as lucernas de época romana e do séc. VII a.C. às candeias medievais, culminando na lâmpada elétrica e nas fitas de leds.
Através de um conjunto de peças acompanhamos as transformações técnicas, estéticas e simbólicas destes objetos, refletindo mudanças nos modos de vida, nos materiais utilizados e na relação das sociedades com a luz.
Um percurso breve sobre como a humanidade tem procurado vencer as trevas.
Horários: terça a domingo, das 10:00 às 18:00
Participação: entrada livre, sujeita à lotação do espaço
Duração: 60 minutos
Público-alvo: público em geral
Mais informações: página do evento
Máscaras romanas
Nesta oficina criativa, as famílias são desafiadas a explorar as máscaras usadas na época romana e a criar as suas próprias versões, pintando máscaras de barro cheias de expressão.
Mas esta não é uma oficina qualquer, é uma oportunidade única de fazer parte da história do Museu de Lisboa!
No final, cada participante poderá deixar a sua máscara, contribuindo para uma grande parede expositiva coletiva, em exibição durante o mês de julho, a par da temporada de teatro clássico. Todas as máscaras serão, posteriormente, devolvidas aos seus autores.
Venham criar, imaginar e participar como artistas numa exposição feita por todos, onde cada máscara conta uma história!
Datas e Horários:
- 12 de abril, às 10:30;
- 20 de junho, às 10:30.
Duração: 75 minutos
Público-alvo: maiores de 6 anos
Mais informação: página do evento
Sessão de desenho
Desenhar juntos é uma ótima forma de conhecer o outro e também de nos conhecermos a nós próprios. O desenho pode ser um veículo de emancipação, de pertença e de sensibilização.
O Lisbon Drawing Club é uma comunidade de amantes do desenho de modelo vivo que se encontram regularmente para desenhar e conviver. Com base nos princípios de Comunidade, Inclusão, Prática e Diversão, organizam desde maio de 2021 encontros semanais em diferentes locais culturais/sociais de Lisboa. Interessam-se por trabalhar com uma diversidade de modelos que espelhem a riqueza do nosso património social e estimulem uma prática de empatia, trabalhando com uma pluralidade de corpos, gestos e identidades representados por modelos profissionais, artistas, grupos folclóricos, migrantes, pessoas LGBTQI+, séniores, habitantes de diferentes bairros e outros. Organizam mensalmente aulas de desenho (Masterclasses) com artistas convidados.
Coletivo atualmente composto por: Lígia Fernandes (PT), Nicole Sánchez (PT), Marianne Maina (FR), Susanne Malorny (DE), Rita Dias (PT), Joana Leal (PT), Simone Lackner (AT), Greg Hannan (UK), Daniela Viçoso (PT), Rita Bourbon (PT).
Mais informação: página de evento
Percorrer os sinais do Terramoto
Um convite para os visitantes participarem num peddy-paper especial que percorre a envolvente do museu e do sítio arqueológico, um espaço onde a história permanece inscrita nas pedras e onde ainda são visíveis os sinais da catástrofe do terramoto de 1755.
Entre vestígios romanos e memórias sísmicas, o desafio propõe uma descoberta ativa do património, estimulando a observação, a curiosidade e o espírito de equipa.
No final de cada sessão, será realizada uma breve apresentação sobre os locais visitados, seguida da divulgação dos resultados do desafio, e da entrega de prémios.
Esta iniciativa associa-se à reflexão promovida pelo ICOMOS – Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios – que nesta data sublinha a responsabilidade partilhada de salvaguardar o nosso património, dando visibilidade ao trabalho de conservação do “Património Vivo” e às respostas de emergência em contextos de conflito e de desastre.
Participação: gratuita, com inscrição através dos formulários a preencher na receção do museu
Horários: duas sessões, das 10:00 às 12:00 e das 15:00 às 17:00, seguidas de breve visita e entrega de prémios
Duração: 120 minutos
Mais informação: página do evento
Um teatro com quatro vidas
Várias vidas definiram este lugar: o Teatro Romano de Lisboa deu lugar a casas, uma fábrica e um museu!
A história do lugar é contada e registada em desenhos-camadas, feitos pelos participantes, revelando a pouco e pouco os vários tempos deste local construído há 2000 anos.
Participação: gratuita, mediante marcação para reservas@museudelisboa.pt
Duração: 75 minutos
Público-alvo: maiores de 10 anos
Mais informação: página do evento
Do objeto à sua história: as lucernas romanas
Desde tempos imemoriais, a luz representa poder e controle sobre a escuridão, tanto que hoje é quase impossível pensar um mundo sem luz.
No passado, esta necessidade levou à criação de objetos para acautelar este bem tão precioso, que durante a época romana, ficaram conhecidos como lucernas.
Nesta palestra, a arqueóloga Carolina Grilo dá a conhecer um pouco mais sobre a sua história e como estes objetos são janelas para a sociedade e cultura romanas.
Por Carolina Grilo
Participação: entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço
Duração: 90 minutos
Público-alvo: maiores de 10 anos
Mais informação: página de evento
O povo está na rua
Rebeldia e conspiração! São necessários muitos ingredientes para fazer uma revolução.
Ao longo da sua história, Lisboa foi palco de múltiplos golpes, insurreições, motins, rebeliões e revoltas que mudaram para sempre o destino do País. Neste percurso, por praças e paços, revisitam-se os palcos das principais revoluções, desde 1385 a 1974.
O Museu de Lisboa disponibiliza auriculares descartáveis. Por uma questão de sustentabilidade, agradecemos que cada pessoa utilize os seus.
Datas e horários:
- 25 de abril, às 15:00;
- 28 de novembro, às 11:00.
Duração: 120 minutos
Distância: 2,1 km
Público-alvo: maiores de 12 anos
Mais informação: página do evento
Zé Pinho & Amigos
Na última quinta-feira de cada mês, há música ao vivo e degustação de vinho no Museu de Lisboa - Teatro Romano. O Museu de Lisboa - Teatro Romano honra o deus romano Baco com um final de tarde dedicado à música ao vivo, no museu ou no sítio arqueológico, que se faz acompanhar de uma vista privilegiada por Lisboa e uma taça de vinho. Apoio da Cooperativa Agrícola de Santo Isidro de Pegões.
Em abril, é o mês de celebrar a Liberdade na Hora de Baco e quem a canta é Zé Pinho que reúne regularmente um grupo de amigos que gostam de celebrar o entusiasmo dos tempos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974 com a música dos que cantaram a revolução, nomes como Zeca Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho, Luís Cília, entre outros.
Participação: entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço
Duração: 120 minutos
Público-alvo: maiores de 6 anos
Mais informação: página do evento
Masterchef Romano
O Museu de Lisboa convida os mais curiosos a participar numa oficina inspirada no universo dos programas de televisão, mas com um toque muito especial: estamos na Roma Antiga!
O que comiam os romanos?
Como cozinhavam sem fogão?
Será que também havia petiscos e sobremesas?
Nesta experiência prática e criativa, os participantes tornam-se verdadeiros chefs romanos, explorando ingredientes surpreendentes, receitas históricas e curiosidades gastronómicas de há dois mil anos. Tudo isto com espírito de equipa, criatividade e um toque de espetáculo! No final, cada aprendiz leva consigo um “livro de receitas à romana” para continuar a surpreender em casa.
Está na hora de vestir a toga e entrar nesta cozinha do passado!
Duração: 90 minutos
Público-alvo: maiores de 6 anos
Mais informação: página do evento
O Que Resta
Para esta instalação site-specific Robert Wiley segue a sua prática guiada pelo material para tecer uma estranha rede de artesanato e história que manifesta o tempo e a experiência. Neste caso, pode-se compreender tanto o tempo como a experiência de formas literais e metafóricas.
Começando com um levantamento do espaço do museu, reservas de arqueologia e uma pequena coleção de vestígios não catalogados de objetos de vidro e cerâmica de múltiplas camadas da escavação arqueológica circundante, oferece um ponto curioso de observação para ver e sentir o que resta. Se esses vestígios são objetos materiais, ou se as ações da criação artística permanecem ao critério do espectador.
A instalação também surge dos diálogos com os arqueólogos e a equipa do museu sobre as formas como este museu, ou qualquer outro, pode manter-se vivo e ativo nas nossas interações diárias, tentando transcender as instituições estáticas do passado ao interagir com ele e connosco no nosso contexto presente.
Inauguração: 20 de maio ãs 18:00
Participação: gratuito, sujeito à lotação do espaço
Mais informação: página do evento
Pequena CircOOnferência
FIMFA 2026 - Apresentação de Radar 360o (Portugal)
Dedicada ao pequeno público, esta performance flutua entre o rigor histórico da História do Circo Europeu e a dimensão onírica de um historiador que aspira ser um artista de Circo…
Inspirada em diferentes registos bibliográficos, nasceu da vontade de ficcionar uma história, a partir dos factos da sua própria história!
Confusos? Não percam a Pequena CircOOnferência! Um ato de liberdade na reconstrução da História do Circo, escrito e interpretado com elementos de humor, risco e poesia, transversal a todas as gerações.
Direção artística, interpretação: António Franco de Oliveira
Dramaturgia: António Franco de Oliveira, Julieta Rodrigues
Sonoplastia: Carlos Adolfo
Figurinos e adereços: Julieta Rodrigues
Operação de som: Duarte Martez
Técnica: Novo Circo, objetos
Público-alvo: maiores de 6 anos
Duração: 45 minutos
Mais informação: página do evento
Rituais de Luz: o brilho de Nossa Senhora das Candeias
Rituais de Luz
Máscaras romanas
Sessão de desenho
Percorrer os sinais do Terramoto
Um teatro com quatro vidas
Do objeto à sua história: as lucernas romanas
O povo está na rua
Zé Pinho & Amigos
Masterchef Romano
O Que Resta
Pequena CircOOnferência